31 ENCONTRO QUINZENAL DE REFLEXÃO


COMISSÃO DIOCESANA DA JUSTIÇA E PAZ 31 29/06/2016

Destaques

  1. O projecto de vigilância nacional que Guebuza ofereceu ao filho

1.1. As câmaras de Mussumbuluku

Estão a ser montadas 450 câmaras de vigilância nas cidades de Maputo e Matola, no âmbito do projecto do comando nacional de intercepção e de informação que inclui as escutas telefónicas. O comando central de vigilância esta situado na Casa Militar.

  1. FMI quer auditoria internacional às contas da EMATUM, ProInducus e MAM.

Segundo a avaliação técnica feita pelo Fundo Monetário Internacional, a dívida pública tem agora alta probabilidade de ter atingido um nível de risco elevado de sobre endividamento.

  1. Renamo acusa Governo de intensificar bombardeamentos à Serra da Gorongosa

Em sessão de Comissão Mista de preparação de diálogo realizada em 20 de Junho de 2016, a Renamo queixou-se de intensificação dos bombardeamentos militares tendo como alvo Afonso Dhlakama.  

  1. Em menos de sete meses

Oito ladrões foram mortos pela população na Beira

  1. Escândalo da dívida pública
    • Beatriz Buchili diz que ainda não arguido devido à presunção de inocência.

Os processos em instrução preparatória não têm até ao momento, arguido, e chama à acolação aos princípios de presunção de inocência e de segredo de justiça.

  1. CFM necessitam de 400 milhões de dólares para reabilitação da linha férea Beira-Machipanda.
  2. No Distrito de Barué, província de Manica

Desconhecidos queimam sede distrital da Renamo

Primeiro secretário da Frelimo do posto Administrativo de Nhamapassa assassinado por homens que se supõem ser da Renamo.

  1. Director do Banco Mundial revela essencial o envolvimento dos cidadãos no processo de tomada de decisões.
  2. Governo pretende que PIC permaneca no Ministério do Interior
  3. Navio comercial afunda no Porto da Beira (tratado noutros jornais)

ZAMBEZE, 30/06/2016

Destaques

  1. Divida deixa o pais em maus lencoes (tratado noutros jornais)
  2. Apesar do número ter aumento para doze
    • Comissão Mista continua estagnada

A Comissão composta pela Renamo e Governo para preparar dialogo, num beco sem saída.

  1. Barrulho da PIC engasga Buclhili no Parlamento (tratado noutros jornais)
  2. Mocambique pressionado a investigar a violação dos Direitos Humanos

A Amnistia Internacional (AI) considera que Moçambique devera investigar de imediato todas as alegações de violação dos Direitos Humanos por agentes do Estado. Tais investigações, diz a AI, deverão ser completas e imparciais.

  1. Graça Machel ausculta adolescentes sobre situação da criança
  2. Por ocasião da Função Pública

Governadora da província de Sofala aperta o cerco a funcionários desonestos. Maria Helena Taipo, aproveitou o dia da Função Pública assinalado semana finda para lançar um aviso à navegação a todos os funcionários desonestos para abdicarem de práticas corruptas.

  1. Parlamento Juvenil quer saídas para problemas que o país enfrenta
  2. Cartão Vermelho contra as piores formas de trabalho infantil

Diz a Ministra do Trabalho e Segurança Social, Vitória Diogo, reconhecendo que em Moçambique existem manifestações de abusos de criança, situação que requer atenção de todos.

DIÁRIO DE MOÇAMBIQUE, 29/06/2016

Destaques

  1. Três figuras reforçam equipa governamental para o diálogo (tratado noutros jornais)
  2. Educação capacita formadores em matéria de nutrição
  3. Ao longo da EN1, Distrito de Machanga, Sofala

Homens armados da Renamo atacam passageiros em Mpinga

DIÁRIO DE MOÇAMBIQUE, 01/07/2016

Destaques

  1. Em Sofala

Aprendidos mais de 6 mil metros cúbicos de madeira

  1. Em instituições do Estado

Governo revela mecanismos para detectar desvios de fundos

NOSSA REFLEXÃO

Qual é o real Estado da Nação? Esta será pelo menos até aos próximos tempos uma questão imparável. A resposta a esta pergunta é única “péssimo”, ou “Pior de todos os tempos”.

Numa altura em que há uma luz no fundo do túnel com vista a busca de paz efectiva, embora sabemos que não será Perpétua como pensava um dos maiores filósofos alemão Emmanuel Kant. A tenção político-militar vai degenerando diariamente; a Dívida Pública começa a causar sérios problemas aos moçambicanos; o crime organizado continua a propalar-se a níveis assustadores e por conseguinte, o custo de vida a subir de forma avassalador.

As últimas informações indicam que a nossa dívida pública atingiu os níveis mais alarmantes de todos os tempos a nível de toda África. Moçambique está em risco de cair na caixa de lixo de maior devedor da História. E agora? Prendam os responsáveis. A impunidade de Guebuza e os seus dois filhos, a luta pela permanência da PIC sob a tutela do Ministério do Interior em vez da Procuradoria-Geral da República gelou a Procuradora-Geral da República no seu informe anual aos moçambicanos a ponto de não ter trazido dados substanciais para por cobro as situações da sua responsabilidade.

Por favor: Devolvam-nos o sossego, a concórdia, harmonia, a tranquilidade, a liberdade e a Paz que são os únicos garantes da dignidade de um Povo por um lado e por outro são estas, as sementes que possibilitam a construção de uma sociedade moderna democrática de direito e de justiça social.

Só nos resta PEDIR A DEUS PAI-TODO-PODEROSO QUE NÃO ABENDONE O SEU POVO. PAI, TENDE MISERICÓRDIA DE NÓS, TE IMPLORAMOS SENHOR.

A luta continua…. “Enquanto não encontrarem-se a misericórdia e a fidelidade, enquanto não abraçarem-se a paz e a justiça”, não calaremos….

O Secretário: João Dambiro – O Coordenador: Fidel Salazar   

28 ENCONTRO QUINZENAL DE REFLEXÃO


28  ENCONTRO QUINZENAL DE REFLEXÃO

  1. Jorge Rebelo desabafa sobre a actual conjuntura
    • Defende a responsabilização dos desmandos do Governo de Guebuza
      • “Se a roptura acontecer, que venha”

Jorge Rebelo um dos fundadores da Frelimo, onde foi o temido secretário do Trabalho Ideológico nos tempos de Samora Machel, lamenta o facto de o pais ter sido levado para a sarjeta por um líder consagrado como visionário.

  1. Directora do FMI pronuncia sobre as dívidas ocultas em Moçambique

Há sinais claros de corrupção escondida

  1. José Jaime Macuane é a mais recente vítima

O rapto e consequente baleamento esta segunda-feira, em Maputo, de uma das vozes críticas à governação do dia nos últimos tempos volta a levantar o velho debate sobre a intolerância ao pensamento diferente em Moçambique. José Jaime Macuane, académico e docente universitário, que no domingo último mandou recado ao governo da Frelimo, caiu nas garras dos poderosos poderes ocultos decididos a ditar, de armas em punho, em quê e como os moçambicanos devem expressar-se.

  1. Renamo denuncia ofensivas militares na Gorongosa
    • Iminente mega assalto a Satungira?

Tal como no passado, pode estar em marcha um plano das alas radicais da Frelimo visando anular os passos de Nyusi rumo ao diálogo com Dhlakama.

  1. O cenário é admitido pelo Banco de Moçambique

Suspensão de ajuda ao país coloca riscos à economia

  1. Moçambique esta no lixo segundo a Fitch

Moçambique é um devedor de alto risco e caminha para uma situação de incumprimento financeiro, pelo que deve baixar de CCC para CC, equivalente a lixo, considera a agência de notação financeira Fitch na sua mais recente avaliação sobre o país.

CANAL DE MOCAMBIQUE, 25/05/2016

Destaques

  1. O que os doadores disseram a Maleiane e à Frelimo
    • Os donos da mola

Em documento de duas páginas enviado ao Governo, os doadores mantem a suspensão da ajuda e informaram que já não há confiança devido à má governação e falta de transparência. Os doadores exigem uma auditoria forense para saber onde está o dinheiro, as contas bancarias, as empresas criadas e os donos dessas empresas. Querem também explicações sobre intolerância política e esclarecimentos sobre os refugiados no Malawi e outras violações de direitos humanos.

  1. Atentado contra Jaime Macuane
    • Ordem para deixar coxo

Desconhecidos supostamente dos famigerados esquadrões da morte que estão ao serviço do regime do dia raptaram e balearam o professor Macuane.

  1. Governo entre a espada e a parede
    • O preço do dinheiro dos doadores

A dívida pública embaraça governo na explicação no parlamento.

  1. Na região centro do país

Vinte e seis mil alunos abandonam escolas devido aos confrontos militarem. O número vai aumentar, devido ao encerramento de cinco escolas, na semana passada na localidade de Samoa, no distrito de Moatize, na província de Tete.

  1. Após mais uma tentativa de rapto no leito hospitalar

Liga dos Direitos Humanos retira militante da Renamo do Hospital Central de Maputo.

  1. Vítima de um ataque ao machimbombo da “Nagi Investiment”

Uma jovem militar abandonada há quatro meses no Hospital Provincial de Quelimane queixa-se do Governo.

  1. Dhlakama indica Eduardo Namburete, Jose Manteigas e Andre Magibire para a preparação das negociações.
  2. O escândalo da divida publica
    • Adriano Maleiane continua a mentir descaradamente

Contrariamente ao que a imprensa internacional escreveu, o ministro da Economia e Finanças diz que o Conselho de Ministros foi ao FMI no quadro da “reunião de primavera” e não para esclarecimentos. Diz também que o Conselho de Ministros contraiu a dívida de forma secreta por razões de segurança.

  1. Renamo acusa Maleiane de tentar ludibriar os moçambicanos

Renamo diz que o Governo deve explicar os pormenores da dívida em sessão plenária da Assembleia da República.

REFLEXAO 28

27 ENCONTRO QUINZENAL DE REFLEXÃO


27  ENCONTRO QUINZENAL DE REFLEXÃODestaques

  1. Mussumbuluko Guebuza no negócio de armas

Através de Mussumbuluko o Governo comprou armamento a uma empresa isrealista denominada IWI. Mussumbuluko supervisionou o teste das armas e as instruções em Boane e Namaacha.

  1. Três mortos e vários feridos em emboscadas a oito autocarros
    • Domingo sangrento

Inocentes continuam sendo vítimas de emboscadas.

  1. Agentes da Justiça clamam por mais segurança

Agentes da justiça moçambicana envolvidos na investigação e julgamento de casos relacionados com crimes organizados sentem-se vulneráveis devido a deficiente protecção das instalações e dos intervenientes processuais, particularmente dos que lidam com matéria criminal.

  1. Violação dos Direitos Humanos em Moçambique

Oitenta e três pessoas foram vítimas de execuções sumárias em Manica, Sofala, Tete e Zambeze

Há 16 pessoas destas províncias em busca de protecção, dos quais cinco casos são do conhecimento da Procuradoria-Geral da República.

  1. Para superar crise político-militar e económico-social

LDH recomenda revisão da Constituição para redução dos poderes discricionários do Presidente da República.

  1. Em Gorongosa

Doze escolas encerram devido a guerra

  1. Nas zonas sul e centro

Seca provoca desnutrição crónica aguda a 1400 crianças.

  1. De 2010 a 2015

Cerca de 10.000 elefantes foram abatidos por caçadores furtivos.

SAVANA, 13/05/2016

Destaques

  1. A Segurança de Estado na ribalta
    • O Poder da SISE nas dívidas escondidas

O enredo a volta da misteriosa contratação de uma divida superior a dois mil milhões de dólares por parte do governo de Armando Guebuza tem em comum o facto de estarem envolvidos personagens ligadas ao Serviço de Informação e segurança do Estado (SISE).

  1. Engenheiro dos negócios Ematum e Proindicus
    • Do credit Suisse para o universo Iskandar Safa

Um quadro sénior do Credit Suisse, que estruturou os empréstimos concedidos por esta instituição bancaria à Ematum e à Proindicus, deixou o Banco suíço pouco depois para trabalhar directamente para o beneficiário chave dos negócios que ameaçam a credibilidade de Moçambique, o empresário libanês Iskandar Safa.

  1. Moçambique nos Papéis do Panamá
    • Pelo menos a filha de Chissano esta metida em paraísos fiscais

Martina Joaquim Chissano aparece como accionista de uma tal empresa de Prima Finance Development Limited e a Autoridade Tributaria de Moçambique escusa-se de falar sobre o assunto considerando-o como sendo muito delicado.

  1. Polícia ordena sepultura dos corpos abandonados em Mocossa sem fazer autopsias
    • Medo da verdade?

A Polícia da República (PRM), ao nível da província de Manica, ordenou o enterro dos treze corpos encontrados sem vidas no distrito de Macossa, Armando Mude.

  1. Crise política, económica e social
    • Estamos hipotecados

Numa dura entrevista, o Presidente do Parlamento Juvenil destaca que o povo é patrão, como o faz reiteradamente o Presidente Filipe Nyusi, é o cúmulo da hipocrisia.

  1. Deixaram o crime organizado dominar a Administração da Justiça e agora…

Magistrados gritam pelo socorro

  1. Os longos sapatos do Dr. Menet, afirma Rui Baltazar no discurso da tomada de posse do novo Bastonário da Ordem dos Advogados de Moçambique.

27 ENCONTRO QUINZENAL DE REFLEXÃO

Apresentacao No 26 dos Jurnais – Mozambique


REFLEXAO 26 logoDestaques

  1. Há cinco empresas no pacote da EMATUM

Com o pacote da divida oculta de cerca de 1.4 bilhões de dólares Guebuza, Nyusi e Chang criaram as seguintes empresas: EMATUM, GIPS, PROINDICUS, MAM e VIPAS. PCA da EMATUM na gestão das empresas.

A VIPAS, é uma empresa de segurança de elite que faz a protecção a Embaixadas e embaixadores, incluindo transporte de dinheiro e jóias.

  1. Os EUA juntam-se ao G14, FMI, BM e ao Reino Unido

Depois do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial, do Reino Unido e dos parceiros de apoio programático, o G14, agora foi a Embaixada dos Estados Unidos da América que emitiu na segunda-feira um comunicado de imprensa em que mostra a sua preocupação em relação a divida pública de Moçambique e saúda a decisão do G14 de suspender o financiamento do Orçamento do Estado moçambicano.

  1. A carta de Dhlakama ao Presidente de Portugal

Frelimo agora persegue a estratégia de eliminar-me fisicamente.

  1. Administrador da Gorongosa nega aos jornalistas acesso ao local da suposta vala comum

O administrador do Distrito da Gorongosa, Manuel Jamaca, evocou motivos administrativos para impedir os jornalistas e a delegação provincial de Sofala de atravessarem o rio Nhanduwe para a região de Tropa, distrito de Macossa, província de Manica, onde os camponeses dizem existir uma vala comum com mais de 100 corpos abandonados.

  1. PGR e a Frelimo nos tentáculos do Pato Mafioso

Guebuza traçou um plano maquiavélico com uma engenharia cautelosa e minuciosa para endividar o Estado junto das instituições que deram aval ao empréstimo de 9.8 mil milhões de dólares americanos.

  1. Renamo cumpre promessa e não comparece na sessão da Comissão Permanente da Assembleia da República

A Renamo faltou na segunda-feira à sessão ordinária da Comissão Permanente da Assembleia da República por considerar que a convocatória foi enviada tarde e a mesma omitir a discussão sobre a divida publica e a situação política. Para a Renamo, discutir a viagem do Presidente da República a China em sede do Parlamente é extremamente irrelevante.

  1. Forças da Renamo alvejam viatura militar e provocam três mortos

Homens armados supostamente da Renamo emboscaram no último dia 05 de Maio uma viatura militar na região de Potcho, no povoado de Chibaene, na localidade de Chiandane, distrito de Tsangano, província de Tete.

  1. João Trindade diz que se a PGR está a investigar a dívida pública secreta é positivo

O Juiz jubilado João Carlos Trindade diz que, se a PGR deu início a um processo para apurar a verdade sobre o alegado endividamento secreto do Estado moçambicano, é um passo significativo para o esclarecimento da verdade e esse facto deve ser motivo de satisfação.

  1. Diz o relatório de avaliação da implementação da Lei e Regulamento do Direito à Informação
    • Instituições públicas continuam a sonegar informação

Foi apresentada no dia 03 de Maio em Maputo, o Relatório da Avaliação da Implementação da Lei e Regulamento do Direito à Informação. Por ocasião do dia Mundial de Liberdade de Imprensa, que este ano decorre sob o lema: “O acesso à Informação e as Liberdades fundamentais: este é o seu direito”. A avaliação conclui que há vários casos de violações da legislação moçambicana sobre o direito à informação.

  1. Caso Eva Moreno
    • PGR diz que houve crime de prisão ilegal

E recomenda a instauração de procedimento disciplinar contra a polícia.

  1. Dívidas escandalosas hipotecam toda a geração, diz o Parlamento Juvenil

Parlamento Juvenil declara que o Governo deve entregar à Justiça os responsáveis pelo endividamento do Estado.

  1. Na Beira
    • Polícia protege indivíduos do “esquadrões da morte”

Três indivíduos dos quais dois sobejamente conhecidos de um grupo de quatro elementos que supostamente fazem parte dos chamados “esquadrões da morte”, foram detidos no passado sábado, dia 06 de Maio, na cidade da Beira, província de Sofala.

NOSSA REFLEXÃO

Ontem, o Estado da Nação não era satisfatório. Hoje, o real Estado da Nação é péssimo. Com tenção político-militar na ordem do dia, Dívidas ocultas, valas comuns, parcerias público-privadas camufladas e o custo de vida a subir de forma galopante.

A tenção político-militar continua a deflagrar-se pelo território nacional. E até aqui não existe perspectivas claras de um diálogo sincero e responsável. Assistimos hoje a mais infantil das democracias a nível do mundo. No nosso entender, o único que poderá solucionar o conflito moçambicano, não serão os homens vestidos a fatos franceses ou italianos sentados numa mesa redonda com direito de café, água mineral, com os seus Ford Ranger, BMW, Mercedes estacionados no parque, mas desta feita o Povo pacato e soberano, saindo a rua e paralisando o país até as mais extremas consequências.

As últimas informações indicam que a nossa dívida pública atingiu os níveis mais alarmantes de todos os tempos a nível de toda África. E agora? Estas dívidas contraídas em nome do Estado, enquanto na verdade era para enriquecer um grupo de pessoas, será que os nossos impostos conseguirão amortizar toda essa desgraça? Afinal, quem mesmo deve pagar por este escândalo? O Povo? E Guebuza? Chang? Nyusi? (Este último era na altura Ministro da Defesa Nacional). Se de facto a Procuradoria já esta a investigar o caso, oxalá que o façam com maior serenidade e por fim não deixem impunes os responsáveis, prendam-nos.

Moçambique vive hoje o dilema ou a intitulada Era das Valas Comuns. Um Governo que se pretende sério e responsável consigo próprio e para com o Povo como sendo o seu legítimo patrão não ousa em propalar mentiras, discursos infundados e desprovidos de racionalidade como este nosso governo o faz quando instrui os seus homens e todos os mercenários a negarem com garras, unhas e dentes de que não existe nenhuma vala comum. O velho ditado ensina: “Se existe uma capa para cobrir, existira a outra para descobrir”. Ontem fizeram isso com as dívidas públicas, e foram descobertos, hoje, estão fazendo o mesmo as vidas dos nossos irmãos, e igualmente foram descobertos. Mais quem não se arrepende por este governo, só pode ser o pior dos imbecis que uma nação inteligente poderia ter.

Por favor: Devolvam-nos o sossego, a concórdia, harmonia, a tranquilidade, a liberdade e a Paz que são os únicos garantes da dignidade de um Povo por um lado e por outro são estas, as sementes que possibilitam a construção de uma sociedade moderna democrática de direito e de justiça social.

Só nos resta PEDIR A DEUS PAI-TODO-PODEROSO QUE NÃO ABENDONE O SEU POVO. PAI, TENDE MISERICÓRDIA DE NÓS, TE IMPLORAMOS SENHOR.

A luta continua…. “Enquanto não encontrarem-se a misericórdia e a fidelidade, enquanto não abraçarem-se a paz e a justiça”, não calaremos….

O Secretário: João Dambiro                O Coordenador: Fidel Salazar   

REFLEXAO 26

Apresentacao No 25 dos Jurnais – Mozambique


REFLEXAO 25 logoDestaques

  1. Mussumbuluku e chineses interceptam nossas comunicações

Está em marcha a implementação de um tenebroso projecto de intercepção de comunicações para espiar cidadãos. O Governo quer ouvir as nossas chamadas telefónicas, ler as suas mensagens (sejam por sms, e-mail, watsap, viber).

Armando Guebuza entregou o projecto à empresa do seu filho Mussumbuluku Guebuza, denominada “Msumbiji Investment Ltd”, que por sua vez, chamou a empresa chinesa ZTE para fazer o trabalho.

O projecto esta orcado em 140 milhoes de dólares. Mussumbuluku cobrou à ZTE comissão de 8%.

  1. Depositados em vala comum na região de Canda
    • Descobertos mais de 100 corpos humanos na Gorongosa

A Policia e o Governo de Sofala desmentem as informações, alegando que são tendenciosas.

Forcas de Defesa e Segurança impedem acesso de uma delegação do MDM à vala comum.

NOSSA REFLEXÃO

Ontem, o Estado da Nação não era satisfatório. Mas hoje, o real Estado da Nação é péssimo. Tenção político-militar na ordem do dia, Dívidas ocultas, valas comuns, parcerias público-privadas camufladas.

A tenção político-militar continua a degenerar-se a passos alarmantes um pouco por toda a região centro do país. E o povo continua mergulhado em incertezas profundas e sem claras evidências de solução, isto porque a vontade política dos beligerantes parece estar muito longe de se unir para uma mesa redonda. As crianças que são o garante do futuro da nação, vêem os seus mais preciosos direitos a saúde e a educação adiados ou mesmo relegados para a prateleira do desconhecido.

As últimas informações indicam que a nossa divida pública atingiu os níveis mais alarmantes de todos os tempos a nível de toda África. E agora? Estas dívidas contraídas em nome do Estado, enquanto na verdade era para enriquecer um grupo de pessoas, será que os nossos impostos conseguirão amortizar toda essa desgraça? Afinal, quem mesmo deve pagar por este escândalo? O Povo? E Guebuza? Chang? Nyusi? (Este último era na altura Ministro da Defesa Nacional).

Em Canda, numa das regiões da Gorongosa, soaram a dias a existência de uma vala comum com corpos humanos. Mas o governo do dia parece estar a encobrir tudo alegando como sempre, trata-se de uma invenção. Será? Se se trata de uma invenção como alegam, porque há tanta forca no local para impedir o acesso ao local? Ou é mentira, ou é verdade.

Por favor: Devolvam-nos o sossego, a concórdia, harmonia, a tranquilidade, a liberdade e a Paz que são os únicos garantes da dignidade de um Povo por um lado e por outro são estas, as sementes que possibilitam a construção de uma sociedade moderna democrática de direito e de justiça social.

Só nos resta PEDIR A DEUS PAI-TODO-PODEROSO QUE NÃO ABENDONE O SEU POVO. PAI, TENDE MISERICÓRDIA DE NÓS, TE IMPLORAMOS SENHOR.

A luta continua…. “Enquanto não encontrarem-se a misericórdia e a fidelidade, enquanto não abraçarem-se a paz e a justiça”, não calaremos….

O Secretário: João Dambiro      –     O Coordenador: Fidel Salazar   

REFLEXAO 25

MOZAMBIQUE – President Nyusi recognizes the Church’s role in national reconciliation


Agenzia Fides logoMaputo (Agenzia Fides) “The Catholic Church has always called on the Mozambican society to appreciate all people, especially those who are most vulnerable and in need”, acknowledged the President of Mozambique, Filipe Jacinto Nyusi, during his speech on the occasion of the Mass celebrated in the Cathedral of Tete on Monday, September 7, the anniversary of national independence from Portugal. According to information sent to Fides, the President expressed appreciation for the role carried out by the Catholic Church in preserving peace and for its efforts for national reconciliation.

On September 7, 1974 the agreement between FRELIMO (National Liberation Front of Mozambique) and Portugal was signed in Lusaka (Zambia), which ended the war for national independence. Soon after, in 1975, the outbreak of the civil war between FRELIMO, and RENAMO (Mozambique National Resistance) exploded. Only in 1992 the civil conflict was solved with the active participation of the Catholic Church in the peace talks.

The celebrations for national independence this year coincided with the 75th anniversary of the Archdiocese of Maputo, the capital of the Country.

President Nyusi was represented by Prime Minister Carlos Agostinho do Rosario. He asked all the faithful, and society in general, to take concrete actions to maintain and consolidate peace. Recalling the slogan of the celebrations of the anniversary of the Archdiocese (“Thank the Lord for the wonders made in recent years”), the Premier stressed that “only true peace can allow Mozambicans to ‘do wonders’ in the future”. (L.M.) (Agenzia Fides 09/09/2015)

MOZAMBIQUE – President Nyusi recognizes the Church’s role in national reconciliation


Mozambique reconciliationMaputo (Agenzia Fides) – “The Catholic Church has always called on the Mozambican society to appreciate all people, especially those who are most vulnerable and in need”, acknowledged the President of Mozambique, Filipe Jacinto Nyusi, during his speech on the occasion of the Mass celebrated in the Cathedral of Tete on Monday, September 7, the anniversary of national independence from Portugal. According to information sent to Fides, the President expressed appreciation for the role carried out by the Catholic Church in preserving peace and for its efforts for national reconciliation.

On September 7, 1974 the agreement between FRELIMO (National Liberation Front of Mozambique) and Portugal was signed in Lusaka (Zambia), which ended the war for national independence. Soon after, in 1975, the outbreak of the civil war between FRELIMO, and RENAMO (Mozambique National Resistance) exploded. Only in 1992 the civil conflict was solved with the active participation of the Catholic Church in the peace talks.

The celebrations for national independence this year coincided with the 75th anniversary of the Archdiocese of Maputo, the capital of the Country.

President Nyusi was represented by Prime Minister Carlos Agostinho do Rosario. He asked all the faithful, and society in general, to take concrete actions to maintain and consolidate peace. Recalling the slogan of the celebrations of the anniversary of the Archdiocese (“Thank the Lord for the wonders made in recent years”), the Premier stressed that “only true peace can allow Mozambicans to ‘do wonders’ in the future”. (L.M.) (Agenzia Fides 09/09/2015)

Anti-Slavery campaign in the Southern Africa Province


Claudio Zuccala Petit Echo 2013
125th Anniversary of Cardinal Lavigerie’s Anti-Slavery campaign.
Many events and initiatives at the level of SAP during the year
As I am writing these lines, one of the major events organised at the level of SAP to mark the 125th anniversary of Lavigerie’s Anti-Slavery campaign, has just come to an end. Initially, it had been envisaged that a bus highlighting the Anti-Slavery campaign would tour through all the sectors of the Province picking up and dropping off people as it went along. As it was, the Mozambique sector was the only one able to organise this aspect of the campaign. A minibus set off from Beira on 29th August and travelled to Tete, the boom town along the Zambezi River, picking up some people from our parishes of Dombe and Sussundenga. A two day awareness event was organised in Tete and the same happened in Chimoio a week later. Hundreds of people took part. The final event took place in Beira, at the Nazaré centre, from 12th to 15th September 2013. Conferences, debates, drama, radio and television interviews took place and there was a 4-day-long continuous and interested involvement of some 80 participants. This was a considerable achievement for our confreres in Mozambique.
By Claudio Zuccala, M.Afr
FULL TEXT
TEXTE COMPLET EN FRANÇAIS

MOZAMBIQUE – Southern African Bishops’ Appeal for Peace in Mozambique


Agenzia Fides logoMaputo (Agenzia Fides) – Cautious opening of the Mozambican government’s with regards to the request of RENAMO (Mozambique National Resistance) to involve domestic observers in the dialogue to resolve the crisis that saw the national army attack the headquarters of the former guerrilla movement in the forests of Sadjunjira in the central province of Sofala, on October 21. The leader of RENAMO, Afonso Dhlakama, managed to escape and hide in an unspecified place.
Since then, in attacks committed by men of RENAMO to government institutions and along the roads, dozens of people have lost their lives.
José Pacheco, Minister of Agriculture and head of the government commission for dialogue with the main = opposition party, said that the government is ready to recognize the participation in discussions with RENAMO of Lourenco do Rosario, Rector of the private “A Polytechnic” University, and Mgr. Dinis Sengulane, Anglican Bishop of Lebombo, but rejected the idea of involving foreign mediators, saying that “we Mozambicans can solve internal affairs”.
Meanwhile in the administrative elections boycotted by RENAMO, the ruling party, FRELIMO, was re-elected at the head of the administration of the capital Maputo.
The Mozambican crisis was recalled by IMBISA Assembly (Interregional Association of Bishops of Southern Africa), the body that brings together the Bishops of Angola, Botswana, Lesotho, Mozambique, Namibia, Sao Tome and Principe, South Africa, Swaziland and Zimbabwe, which was held in mid-November in Gaborone (Botswana). “We follow with concern, says the message of IMBISA, what is happening in Mozambique in recent times. It seems that the weapons are being replaced, bringing suffering and death, to dialogue and cooperation of all for the consolidation of peace”.
Referring to the peace agreements of 1992, which put an end to a war which lasted 17 years, the message said that “Mozambique and its leaders are taken as an example of how to end a long war through dialogue”.
“Mozambique plays a very important role in our region. Its progress and stability are vital for our Countries to consolidate their development. We therefore call on our governments to join their voices to that of the people of Mozambique to demand the cessation of all acts of violence and the use of weapons and to encourage all efforts of dialogue”, the document concludes. (L.M.) (Agenzia Fides 27/11/2013)

Nazaré Social Study Week – No to Slavery


12-15 September 2013, by Hugh Seenan, M.Afr
The social study week in Nazaré was the climax of the three Provincial Capitals Caravan, Tete (Tete), Chimoio (Manica) and Beira (Sofala), promoting our anti-slavery campaign commemorating the 125th Anniversary of Cardinal Lavigerie, our founder’s campaign.
It was a joint week run by the Missionaries of Africa, the Archdiocese of Beira and SANTAC, the SADC sponsored group against Child Trafficking and Abuse. The participants included local traditional leaders, Catholic Secondary School pupils and their teacher, students and teachers from the Catholic University of Mozambique, local and provincial government agencies involved in this area, members of parish Justice and Peace groups as well as local religious and priests.
With the help of SANTAC we had experts in the areas of law and social policy in this area.  Key themes and presentations of the Missionary of Africa campaign were integrated into this.  There was much interest and lively debate in a friendly atmosphere.
Through SANTAC we had the presence of Fransisco Júnior, the top television investigative journalist in Mozambique and correspondent of VOA. He spoke about a famous case he was involved in, a report on girls trafficked to South Africa. He also made various interviews for VOA Portuguese service (radio and website see
Voz of América
The week was a fitting climax to our year of commemoration and through cooperation with SANTAC we hope to continue the campaign.

Casa Cardenal Carlos Lavigerie


Casa Cardenal 02Casa Cardenal Carlos Lavigerie
This article is coming from our mission corner in Mozambique. We belong to the Southern Africa Province (SAP) together with Zambia, Malawi and South Africa, one of the so called mega-provinces. The country covers more than 800,000 square km, and the population is around 20 million.
Since colonial times, Mozambique has faced many problems such as natural calamities like landslides, floods, bushfire and cyclones. In addition, Mozambique suffered a civil war which lasted for 16 years and which wrecked the country’s economy. The impact of that internal conflict is still being felt. Despite all these catastrophes, the country is potentially rich in natural resources like natural gas, coal, fertile land and more than 2.500 km of coastline on the Indian Ocean. (…)
The Pre-1st Cycle Programme
Our programme lasts for 2 years. In fact, when the students finish their secondary school, they are selected by a team of three confreres. They are then admitted to the Pre-1st Cycle Programme which lasts for a period of 17 months. After this, they are presented to the staff of Balaka, our Philosophy Centre in Malawi. READ FULL TEXT HERE
Casa Cardenal 01La Maison Cardinal Charles Lavigerie au Mozambique
Cet article vient de notre mission de l’extrémité du Mozambique. Nous faisons partie de la Province d’Afrique australe (SAP) avec la Zambie, le Malawi et l’Afrique du Sud, l’une de celles appelées méga provinces. Le pays couvre une surface de plus de 800’000 km² et il est peuplé de 20 millions d’habitants environ.
Depuis la période coloniale, le Mozambique a souffert de beaucoup de problèmes et de calamités naturelles tels que cyclones, inondations, coulées de terre et feux de brousse. De plus, le pays a connu une guerre civile pendant seize ans, laquelle a détruit son économie. L’impact de cette guerre civile est encore perceptible. Malgré toutes ces catastrophes, ce pays est potentiellement riche en ressources naturelles comme le gaz, le charbon, une terre fertile et plus de 2’500 km de littoral sur l’océan Indien. D’importantes rivières y coulent, tels le Zambèze, le Limpopo et le Save pour n’en mentionner que quelques-unes. En dépit de toutes ces ressources, le Mozambique est compté parmi les pays les plus pauvres du monde. L’exploitation de ces ressources est principalement dans les mains de compagnies étrangères et la population n’a qu’une vague idée de ce que cela représente pour l’économie réelle du pays. C’est le contexte dans lequel nous travaillons.
Le programme de la propédeutique
Notre programme dure deux ans. Quand les étudiants terminent à l’école secondaire, ils sont sélectionnés par une équipe de trois confrères. Ils sont admis au programme de la propédeutique qui dure 17 mois. Ils sont ensuite présentés au staff de Balaka, notre centre de première étape au Malawi. TEXT COMPLET
 

Timber rackets, gas booms in Mozambique


Africa Confidential 02
As the gas industry opens up the north, generals and politicians are smuggling hundreds of tonnes of timber and ivory to China
As the booming trade in smuggled ivory and timber devastates northern Mozambique’s environment, Attorney General Augusto Paulino has launched an investigation into the claimed involvement of Agriculture Minister José Pacheco and his predecessor Tomás Mandlate. Both face accusations of involvement in timber smuggling in cahoots with Chinese companies. Both Pacheco and Mandlate deny all wrong doing. READ MORE
7 June 2013 • Vol 54 – N° 12 • Africa Confidential

Some insights about the Republic of Mozambique


Map of MozambiqueLetter sent by Maurice Odhiambo, second year stagiaire in Dombe.
Part of Southern Africa, Mozambique is bordering the Indian Ocean and is located south of Tanzania while surrounding the southern part of Malawi and contiguous to Zambia, Zimbabwe, South Africa and Swaziland. A population of over twenty million inhabitants share 800km² of land. Most people are of Bantu origin with a significant presence of Asians and Europeans. Having been a Portuguese colony, the official language is Portuguese which is widely spoken in towns whereas in villages the natives speak their local language.
Mozambique is composed of ten provinces. Each one has its capital referred to as “centre of administration”. With about two million residents, the heart of the economic activities is concentrated in the capital Maputo situated in the very southern part of the Republic far away from the rest of the country. Other main cities are Beira, Nampula, Nacala and Quelimane.
Around 70% of Mozambicans are peasants who cultivate maize, rice, beans and cassava. They also do fishing and handicraft.
Samora Moises Machel 02Mozambique attained independence on 25th June of 1975. The first president was Samora Moises Machel who perished in a plane crash. He was then succeeded by Joaquim Chissano. The actual president is Armando Guebuza. Mozambique is still in the process of development both politically and economically. It had faced many challenges since independence including fifteen years of civil war between Frelimo and Renamo. Heavy floods, famine and earthquakes brought also lots of destruction. These factors explain the level of poverty prevailing up to now even though the country is experiencing strong economic growth.
A peace accord was finally signed in Rome in 1992 through the mediation of the Catholic Church. It is really sad that the full content of these agreements have not yet been fully implemented. The government has been reluctant which is resulting in tension in the country. After 21 years since the peace accord, the government is still dialoguing with the opposition on how fully implement these agreements.
The Church in Mozambique is both old and young. As a matter of fact, the Church has just celebrated 500 years of existence. On the other hand, many setbacks affected the life of the Church before and after independence; accusation of collaboration with the colonizers, departure of many missionaries, local priests having to ask permission from the government four days in advance in order to celebrate Mass on Sundays. As a result, primary evangelization remains the main trend of the pastoral life of the Church whereby church attendance in some places is minimal.
Flag of MozambiqueI can say that I benefit a lot to know more about the historical background of Mozambique. Little by little I am gathering more information for my enrichment and pastoral experience.
By Maurice Odhiambo
READ MORE ABOUT MOZAMBIQUE
To help people to get organized
9 dead after Renamo threatens war to block elections
Log Smuggling, Illegal Logging, and Corruption in Mozambique
MORE NEWS FOR YOU:
Mozambique: The Bob Dylan link
By Leo Johnson Presenter, One Square Mile

makeshift roads

9 dead after Renamo threatens war to block elections


Document sent recently from Mozambique.
Nine people have been killed since Friday (first week of April 2013) in a growing confrontation between Renamo and the government in Muxúnguè, Sofala province, on the main north-south road (EN1) 100km north of the River Save. (…) Finally, on Sunday in Muxúnguè in an unexplained attack, the local Anglican pastor was killed.
Catholic bishops in a pastoral letter Sunday said that the “hypocrisy” of both Frelimo and Renamo was behind the conflict. It cited the “intense antagonism and lack of tolerance and dialogue” on both sides. It went on to blame the lack of internal democracy in the two parties. “Aren’t there many members of both parties who are afraid to express their own opinion if it differs from that of party leaders?” asked the bishops. READ MORE

Please, let us remember our confreres who are living at Dombe situated at 70km from Muxúnguè.

To help people to get organized


Justice & Peace in Mozambique

Our vocation in the Church is linked with our fight for more justice in society. Already the Second Vatican Council said explicitly that “the joys and hopes, the grief and the fears of the people of today meet an echo in our hearts” (GS 1). The Church feels intimately linked with the cares and needs of all people. The Second Assembly of the Bishops likewise emphasised the necessity of working for justice: “The task of justice is an integral part of the mission of evangelisation of the Church” (Justice in the world, 1971). Engagement in justice and peace is part of the missionary’s action in all Christian communities as it is prayed in the fourth Eucharistic prayer for various needs:  may your Church stand as a living witness to truth and freedom, to peace and justice, that all people be raised up to a new hope.

In Sena Parish (diocese of Beira, Mozambique), the people managed to organise themselves for the protection of their land against a multinational that wanted 18 000 hectares of their land in order to grow sugar cane and produce ethanol for the european market. This multinational intended to expel the inhabitants to other areas lacking basic infrastructures like schools, hospitals, proper roads and stores. The person in charge of promoting justice and peace issues distributed documents explaining the Law of the Land to all churches and beyond. He was threatened at the Local Court, but people who don’t belong to our Church protected him. Then, with their Paramount Chief, people started to get involved. They finally succeeded to protect their land with the help of the Diocesan Commission of Justice & Peace. A lawyer assisted them too to be officially recognised as an Association. As a result, the multinational had to withdraw from the area. Sadness and fear were trNorbert_Angibaud_1ansformed into joy and hope for a better world. Seeing this success story other communities want to do the same. Together with prayer and worship in church the work of evangelisation means helping people to overcome powerlessness, ignorance and submission to the powerful. It is the will of Jesus to work against injustices and all inhuman conditions including slavery.

Norbert Angibaud, M.Afr

Our confreres in Mozambique


Father Timothée Bationo, Burkinabe, Matacuane – Father Jean de Dieu Bukuru, Burundian, Dombe – Father Fernando Pérez, Spanish, Nazaré – Father Marcin Perfikowski, Polish, Sussundenga – Father Franco Pinna, Italian, Beira, Inhamizua – Father Fidel Salazar del Muro, Mexican, Nazaré – Father Florent Sibiri Sawadogo, Burkinabe, Dombe – Father Hugh Seenan, British, Nazaré – Bishop J. Francisco Silota, Mozambican, Chimoio – Father Richard Ujwigowa, Congolese, Sussundenga – Father Bernhard Wernke, German, Dombe -Father Boris Yabre, Burkinabe, Sussundenga – Father Claudio Zuccala, Italian, Nazaré.